Betty Bayer

Aprendizagem profissional para professores e membros da comissão

a responsabilidade da comissão escolar

O Manual para Comissões Escolares da Divisão Norte-Americana descreve a comissão escolar local como “um componente importante na manutenção de um programa escolar de qualidade”.1 A maioria das comissões escolares leva essa responsabilidade a sério, concentrando-se em fornecer recursos financeiros adequados para manter instalações, adquirir recursos curriculares e contratar pessoal qualificado. Nenhuma dessas despesas, no entanto, garante um programa de qualidade, especialmente se compararmos qualidade com sucesso do aluno e melhoria contínua da escola. Os especialistas em educação concordam que a qualidade de um programa educacional depende principalmente da qualidade do ensino e que o treinamento profissional contínuo para professores é o elemento crítico para melhorar essa qualidade.2 As comissões escolares devem, portanto, fazer da capacitação para o corpo docente uma prioridade à medida que desenvolvem e implementam políticas, criam orçamentos operacionais e trabalham com a administração da Associação e da escola para gerar e financiar planos de curto e longo prazos.

O desafio

Michael Fullan3 afirma que todo professor deveria aprender todos os dias. Esse foco no aprendizado contínuo para professores não é novo. A Bíblia nos diz: “Os sábios estão sempre aprendendo; sua sede de conhecimento é insaciável.”4 Ellen White direcionou esse provérbio aos professores em particular: “Se sois chamados a servir como professores, sois chamados a ser também discípulos.5

Quando se trata de aprendizado profissional, a responsabilidade de uma comissão vai além de garantir que haja fundos disponíveis para os professores participarem de oficinas e conferências. A pesquisa deixa claro que o aprendizado profissional eficaz para os professores – um aprendizado que resulta em melhor instrução – é algo colaborativo e incorporado ao trabalho e leva em conta as características peculiares dos professores e o contexto em que eles trabalham. Por exemplo, pesquisas mostraram que, como os professores de sistemas públicos, os professores da Divisão Norte-Americana (DNA) participam principalmente de métodos tradicionais de aprendizado profissional de forma única e padronizada, e não de aprendizado continuado, incorporado à prática. Formas não tradicionais de aprendizado profissional, que são mais colaborativas e incorporadas ao trabalho, não são comuns nas escolas adventistas da América do Norte.6

Oferecer oportunidades de aprendizado para professores que sejam colaborativas e específicas ao contexto é algo desafiador em um sistema em que muitas de nossas escolas são pequenas e em que tempo e dinheiro são escassos. Portanto, as comissões escolares locais têm a responsabilidade de buscar soluções criativas e devem assumir um papel ativo para garantir que os professores de suas escolas tenham voz e voto em seu aprendizado.

O que as comissões podem fazer

Não é papel dos membros da comissão escolher tópicos ou exigir participação no aprendizado profissional por parte dos professores. Também não é seu papel avaliar a qualidade do ensino para determinar os tópicos de aprendizagem necessários. Apoiar é a principal função da comissão. Na área de formação continuada de professores, criar as condições para aprender e gerar os recursos necessários para apoiar essa formação é uma responsabilidade crítica da comissão. Em parceria com a administração da escola e a associação local, as comissões podem usar seu poder e influência para apoiar seus professores no processo de aprendizagem de várias maneiras:

1. Considere novos modelos e práticas alternativas de horário de trabalho

Existe um consenso geral na comunidade de pesquisa educacional de que as abordagens tradicionais de “sentar e ouvir” para a aprendizagem profissional não são eficazes, principalmente porque elas não oferecem oportunidades continuadas e ancoradas para que os professores apliquem o que aprendem em seu próprio contexto.7 Entender que há mais sucesso na melhoria da instrução requer tempo, tempo para implementação e prática e tempo para colaborar a fim de compartilhar experiências e apoiar mudanças. Isso requer um aprendizado incorporado ao dia comum de trabalho. O aprendizado ligado ao trabalho permite que os professores usem o próprio aprendizado de seus alunos para informar as mudanças que podem ser necessárias na prática instrucional para aprimorar o aprendizado em sala de aula.8 Na maioria de nossas escolas, esse tempo de crescimento profissional não está incluído nas atribuições diárias dos professores.

Para acomodar esse aprendizado incorporado ao trabalho, as comissões escolares precisarão estar abertas a modelos alternativos de agendamento escolar que proporcionem um tempo comum para os professores planejarem juntos e oportunidades para pesquisa-ação específica em sala de aula. Talvez seja necessário contratar professores, assessores e voluntários substitutos para facilitar a organização e implementação de comunidades de aprendizagem profissionais para os professores. Pode ser necessário ajustar as cargas de trabalho, com o entendimento de que a formação continuada, e não apenas o ensino, faz parte do trabalho de um professor.

Os professores da maioria dos países de alto desempenho têm oportunidades de aprendizado profissional incorporadas em sua carga de trabalho.9 Na Coreia do Sul, por exemplo, os professores gastam apenas 35% de seu tempo de trabalho com instrução em sala de aula; e o restante, em avaliação colaborativa e atividades de planejamento específicas para a disciplina.10 Os professores de Cingapura devem gastar 100 horas em aprendizado profissional a cada ano, e esse tempo está incluído nos contratos dos professores.11 Em muitos países da Europa, os professores podem solicitar uma bolsa de pesquisa para realizar atividades de estudo, e professores substitutos são frequentemente contratados para facilitar a participação regular de professores em atividades de aprendizagem profissional durante o dia letivo.12 As comissões escolares devem reconhecer que o trabalho de um professor inclui formação contínua sobre a melhor forma de aprimorar seu trabalho. Portanto, elas precisam explorar maneiras de tornar esse aprendizado parte do dia de trabalho regular do professor – horários de aula ajustados, dispensa antecipada para acomodar a colaboração do professor, bem como contratar substitutos regulares para dar tempo aos professores para pesquisa e reflexão.

As oportunidades de colaboração são particularmente desafiadoras no sistema escolar adventista porque a maioria de nossas escolas não fica tão perto, e muitas empregam apenas um ou dois professores. Novos modelos de aprendizado profissional precisarão abordar essa realidade. Uma opção pode ser o aumento do uso da tecnologia para criar comunidades de aprendizagem on-line e oportunidades digitais para os professores se conectarem profissionalmente e se apoiarem. Vários estudos de pesquisa capturaram o poder das comunidades on-line e das mídias sociais como ferramentas de aprendizado. Os especialistas sugerem várias vantagens no uso da tecnologia para proporcionar aprendizado profissional: flexibilidade de horário, acesso a uma ampla seleção global de recursos e especialistas, apoio ao trabalho incorporado, aprendizado em tempo real, discernimento para acomodar as necessidades de aprendizado em todas as etapas da carreira, opções de aprendizado autodirecionadas e maior envolvimento dos professores participantes.13

2. Seja flexível em atender às necessidades e solicitações individuais de professores

Uma das coisas mais importantes que as comissões escolares podem fazer para apoiar o aprendizado contínuo é ouvir seus professores. As oportunidades para os professores compartilharem podem ser formais (por exemplo, reuniões especiais da comissão ou grupos focais com os professores) ou informais (por exemplo, visitas presenciais, e-mail) e podem até ser feitas usando pesquisas on-line. As organizações de aprendizagem bem-sucedidas são construídas sobre uma base de confiança profissional, e a liderança desempenha um papel crítico na criação e manutenção dessa cultura. O foco deve estar na construção da participação dos professores – um compromisso com a aprendizagem por conta própria –, e não na conformidade. Wiliam14 propõe que o tempo atualmente gasto avaliando professores seria mais bem gasto apoiando sua formação contínua.

A maioria dos professores do sistema escolar adventista da DNA participa de alguma forma do aprendizado profissional, e a maior parte acredita que são melhores professores por causa dessa participação. Porém, poucos relatam ter oportunidades de participar na definição de metas e planejamento para a aprendizagem profissional em sua escola ou Associação. Poucos também acreditam que as atividades selecionadas para eles se baseiam em uma análise de suas necessidades específicas.15 Dar aos professores mais controle sobre sua própria formação ajudaria a descobrir as oportunidades de aprendizado que melhor atendem a essas necessidades e é uma maneira importante de as comissões reconhecerem sua equipe como composta por profissionais capazes e competentes.

Existe um consenso geral na comunidade de pesquisa educacional de que as abordagens tradicionais de “sentar e ouvir” para a aprendizagem profissional não são eficazes, principalmente porque elas não oferecem oportunidades continuadas e ancoradas para que os professores apliquem o que aprendem em seu próprio contexto.

De todos os fatores que influenciam a participação dos professores na aprendizagem profissional, as oportunidades de colaboração são as mais significativas. Quanto mais oportunidades os professores tiverem para a prática colaborativa, mais eles gastarão tempo aprendendo e se envolvendo nos tipos de atividades nas quais escolhem participar.

Os professores afirmaram que prefeririam mais oportunidades de colaboração para aplicar e praticar o que aprendem, em vez de apresentações de especialistas externos.16 As comissões escolares podem facilitar esse processo. Danielson desafia todos os envolvidos na formulação de políticas para as escolas a reconhecer que “o aprendizado profissional raramente é consequência de professores participando de oficinas ou sendo orientados por um supervisor para ler um determinado livro ou fazer um curso específico”. Em vez disso, esses líderes devem oferecer “oportunidades para aprendizado profissional contínuo de todos os professores, principalmente por meio de planejamento colaborativo, análise do trabalho do aluno e afins”.17

3. Providencie fundos

Uma das principais responsabilidades das comissões escolares, na qual as comissões costumam gastar muito tempo, é a criação do orçamento das escolas. A maioria dos orçamentos inclui algum subsídio para a aprendizagem profissional, mas os valores variam. Alguns incluem um valor estipulado por professor, enquanto outros destinam-se apenas aos dias de capacitação profissional exigidos pela Associação. Novos modelos de aprendizado com implicações para reagendamento e alocação de tempo para enriquecimento profissional durante o dia normal de trabalho exigirão uma redistribuição de fundos. O financiamento adequado para o aprendizado dos professores, claramente indicado no orçamento anual, envia uma forte mensagem aos professores sobre o valor que os membros da comissão atribuem à formação contínua e constante.

Em alguns casos, pode ser necessário financiamento adicional para apoiar uma abordagem individualizada e específica ao contexto da aprendizagem profissional. Em muitos casos, no entanto, uma redistribuição dos fundos disponíveis nos níveis da escola e da Associação pode ser tudo o que é necessário. Algumas escolas ou Associações podem optar por alocar uma porcentagem definida do orçamento geral para o aprendizado dos funcionários. Uma lei do estado do Missouri (Outstanding Schools Act) por exemplo, exige que os distritos de escolas públicas aloquem 1% do financiamento do estado para a formação profissional local e 1% adicional para a formação em todo o estado.18 A pressão atual para descentralizar a tomada de decisões, combinada com o reconhecimento de que as decisões de aprendizagem profissional precisam considerar contextos locais, pode até significar que parte do financiamento para a aprendizagem profissional que atualmente reside nos níveis de Associação e União possa ser disponibilizada às escolas.

4. Lidere pelo exemplo

Uma das estratégias mais importantes e menos caras para os conselhos escolares reconhecerem o valor do aprendizado profissional contínuo é liderar pelo exemplo. Um bom ponto de partida é o curso de Treinamento da Comissão Escolar Adventista do Ensino Fundamental e Médio, oferecido pela Comunidade Adventista de Aprendizagem (Adventist Learning Community - ALC).19 Esse curso consiste em três breves módulos que se concentram na liderança da comissão, nos membros da comissão e em questões jurídicas e financeiras. Outras oportunidades relevantes de aprendizado disponíveis para os membros da comissão por meio da ALC incluem minicursos sobre cidadania digital, diretrizes de direitos autorais e a filosofia da educação adventista. Além das informações valiosas compartilhadas nesses módulos, a experiência de concluir um curso on-line da ALC ajudará os membros do conselho a entender melhor essa opção de aprendizado, que também está disponível para os professores. Quando os professores veem o aprendizado profissional como um item da agenda do conselho, ouvem relatórios do diretor sobre atividades ou expectativas de aprendizado para a comissão ou são convidados a participar com os membros da comissão em oportunidades relevantes de aprendizado, entendem o valor que a comissão atribui à formação contínua.

Os membros da comissão podem estar interessados em buscar aprendizado adicional em áreas de particular interesse para eles ou em tópicos específicos das necessidades atuais da escola. Pesquisas sobre planejamento de instalações escolares, escolha e manutenção dos equipamentos do playground, pedidos de subsídios por escrito, marketing escolar e levantamento de fundos, por exemplo, podem capacitar os membros a contribuir ainda mais efetivamente para o trabalho da comissão. Recursos como o código educacional da União, o manual da escola, as atas de reuniões anteriores, modelos de orçamentos escolares e os procedimentos deliberativos podem ser incluídos no treinamento programado da comissão. Essa aprendizagem pode ser fornecida à comissão escolar como um todo ou oferecida a membros individuais por meio de uma variedade de configurações. Uma vez concluído, o aprendizado deve ser compartilhado com toda a comissão, para que todos possam se beneficiar.

Além disso, os membros da comissão podem contribuir para uma cultura escolar de aprendizado contínuo, demonstrando um interesse genuíno no aprendizado contínuo realizado pelos funcionários. Maneiras de compreender esse aprendizado devem ser exploradas. Os professores podem ser incentivados pessoalmente ou através de notas de agradecimento por parte da comissão. Alguns podem ser convidados a compartilhar o aprendizado relevante com a comissão, conforme apropriado, e incentivos ou fontes de financiamento adicionais podem ser oferecidos por meio de doações, patrocínios ou colaboração com comissões de escolas públicas locais.

Pensamentos finais

Não se espera que os membros da comissão sejam especialistas em minúcias educacionais. Eles nem estão autorizados a agir de forma independente ou isoladamente. Há, no entanto, muito que eles podem fazer em cooperação com a administração escolar e o Departamento de Educação da Associação para apoiar as escolas adventistas na busca da melhoria contínua e do aprendizado permanente. Não basta promover altos padrões para professores e alunos. Altas expectativas exigem altos níveis de apoio. Essa é a “reciprocidade da prestação de contas” a que Elmore20 se refere falando sobre onde os sistemas assumem a responsabilidade de fornecer os recursos e a capacidade necessários para alcançar a excelência. Os líderes do sistema, incluindo os membros do conselho da escola, são responsáveis por desenvolver essa capacidade através do fornecimento de aprendizado profissional.


Este artigo foi revisado por pares.

Betty Bayer

Betty Bayer, PhD, é diretora de Educação da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Canadá, em Oshawa, Ontário. Ela completou seus estudos de doutorado em Liderança Educacional na Universidade Andrews, Berrien Springs, Michigan, Estados Unidos, em 2017 e tem mais de 37 anos de experiência na educação adventista como professora nos ensinos fundamental e médio, chefe de departamento, vice-diretora, diretora associada e diretora de educação.

Citação recomendada:

Betty Bayer, “Aprendizagem profissional para professores e membros da comissão: a responsabilidade da comissão escolar,” Revista Educação Adventista 81:3 (julho - setembro de 2019). Disponível em: https://jae.adventist.org/pt/2019.81.3.5.

NOTAS E REFERÊNCIAS

  1. Manual para Comissões Escolares da Divisão Norte-Americana (Columbia, Md.: North American Division Office of Education, 2017).
  2. M. Barber e M. Mourshed, How the World’s Best-performing School Systems Come Out on Top (New York: McKinsey & Company, 2007); L. M. Desimone, “Improving Impact Studies of Teachers’ Professional Development: Toward Better Conceptualizations and Measures,” Educational Researcher38:3 (2009): 181-199; P. Goldschmidt and G. Phelps, “Does Teacher Professional Development Affect Content and Pedagogical Knowledge: How Much and For How Long?” Economics of Education Review 29 (2010): 432-439; T. C. Murray e J. Zoul, Leading Professional Learning: Tools to Connect and Empower Teachers (Thousand Oaks, Calif.: Corwin, 2015).
  3. Michael Fullan, The New Meaning of Educational Change, 4th ed. (New York: Teachers College, 2007).
  4. Provérbios 18:15, A Mensagem, Ed. Vida, 2011.
  5. Ellen G. White, Conselho aos pais, professores e estudantes, p.199. Disponível em: http://egwwritings.com.
  6. Betty L. Bayer, Assessing the Factors Impacting Professional Learning for Teachers in Seventh-day Adventist Schools: A Comparison of Millennials and Non-Millennials, Doctoral diss, Andrews University, 2017), p. 128. Disponível na base de dados do ProQuest para dissertações e teses (UMI No. 10615461).
  7. Jane G. Coggshall et al., Generating Teacher Effectiveness: The Role of Job-Embedded Professional Learning in Teacher Evaluation (A Research & Policy Brief, National Comprehensive Center for Teacher Quality, 2012); Linda Darling-Hammond, Ruth Chung Wei e Alethea Andree, How High-achieving Countries Develop Great Teachers (Stanford, Calif.: Stanford Center for Opportunity Policy in Education, 2010). Disponível em: https://edpolicy.stanford.edu/sites/default/files/publications/how-high-achieving-countries-develop-great-teachers.pdf; Karen Johnson, “5 Things Teachers Want From PD, and How Coaching and Collaboration Can Deliver Them: If Implementation Improves,” EdSurge (2016). Disponível em: https://www.edsurge.com/news/2016-06-28-5-things-teachers-want-from-pd-and-how-coaching-and-collaboration-can-deliver-them-if-implementation-improves.
  8. Ibid.
  9. A literatura não distingue entre educação pública e privada nesses países, e não há indicação de que seria diferente nesses contextos.
  10. Linda Darling-Hammond et al., Professional Learning in the Learning Profession: A Status Report on Teacher Development in the United States and Abroad (Oxford, Ohio: National Staff Development Council, 2009). Disponível em: http://www.learningforward.org/ocs/pdf/nsdcstudy2009.pdf?sfvrsn=0.
  11. James Kempton, “Teachers Taking Control: A New Vision for Professional Development” [blog post], The Guardian (21 de novembro de 2013). Disponível em: https://www.theguardian.com/teacher-network/teacher-blog/2013/nov/21/teacher-control-professional-development-raising-standards.
  12. Organisation for Economic Co-operation and Development, Teachers’ Professional Development: Europe in International Comparison (Luxembourg: Office for Official Publications of the European Union, 2010).
  13. Chris Dede et al., eds., Teacher Learning in the Digital Age: Online Professional Development in STEM Education (Cambridge, Mass.: Harvard Education Press, 2016).
  14. Dylan Wiliam, Leadership for Teacher Learning: Creating a Culture Where All Teachers Improve So that All Students Succeed (West Palm Beach, Fla.: Learning Sciences International, 2016).
  15. Bayer, Assessing the Factors, 104.
  16. Ibid.
  17. Charlotte Danielson, “It’s Time to Rethink Teacher Evaluation,” Education Week 35:28 (20 de abril de 2016): 20, 24.
  18. Ibid.; Ann Jaquith et al., “Teacher Professional Learning in the United States.: Case Studies of State Policies and Strategies. Summary Report” produced by Learning Forward (novembro de 2010). Disponível em: https://eric.ed.gov/?id=ED536361.
  19. Adventist Learning Community (A Comunidade Adventista de Aprendizagem - http://www.adventistlearningcommunity.com) é uma plataforma ministerial e educacional adventista do sétimo dia que fornece vários tipos de cursos e recursos de educação continuada.
  20. Richard Elmore, Bridging the Gap Between Standards and Achievement: The Imperative for Professional Development in Education (Washington, D.C.: The Albert Shanker Institute, 2002).